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O que defende Moçambique no Conselho de Segurança da ONU?

Moçambique começa hoje (03.01) o seu mandato de dois anos como membro não-permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). 

O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, prometeu hoje salvaguardar os interesses africanos durante o seu mandato como membro não-permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Reafirmamos a nossa linha de orientação centrada na defesa e salvaguarda dos interesses de Moçambique, da África, dos países em desenvolvimento e do mundo na defesa da paz e segurança internacionais”, declarou Nyusi numa mensagem alusiva ao início, hoje, do seu mandato de dois anos.

O Presidente moçambicano comprometeu-se ainda a usar a experiência do país na “construção da paz por via do diálogo” para contribuir na “edificação de um mundo mais pacífico, harmonioso e próspero”.

O chefe de Estado moçambicano lembrou que o país assume o seu mandato num contexto de “fortes desafios internacionais” entre os quais o “recrudescimento de ameaças à paz e segurança internacional” causados, entre outros, por “conflitos entre Estados, terrorismo e o efeito das mudanças climáticas”.

A cerimónia de tomada de posse está marcada para as 12:00 em Nova Iorque, Estados Unidos (17:00 em Lisboa), e vai contar com a presença do embaixador moçambicano nas Nações Unidas, Pedro Comissário, que deverá içar a bandeira do país africano e fazer um discurso inaugural.

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